
As perspectivas de aprofundamento e modernização da integração econômica passam pelo debate sobre o modelo de união aduaneira do Mercosul. Concebido inicialmente como zona de livre comércio entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, o bloco previa evoluir para uma união aduaneira plena, com Tarifa Externa Comum (TEC), e, posteriormente, para um mercado comum, com livre circulação de bens, serviços, capital e trabalhadores.
Na prática, porém, a intensificação das relações com parceiros extrarregionais, especialmente na Ásia, e as diferentes conjunturas domésticas resultaram em um arranjo híbrido. A avaliação foi feita pelo diplomata Roberto Azevêdo, presidente do Conselho Superior do Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp, durante reunião realizada na terça-feira (31/3).
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Fonte: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP




